MÓDULO INTRODUTÓRIO
Aplicações clínicas da ultrassonografia. Princípios físicos: efeito piezoelétrico, ondas sonoras, fenômenos acústicos (reflexão, refração, absorção, espalhamento), impedância acústica, atenuação e ecogenicidade. Critérios de avaliação: localização, morfologia, contornos, dimensões, ecotextura e vascularização. Otimização de imagem: seleção de transdutores e ajustes técnicos. Anatomia abdominal: compartimentos peritoneais e retroperitoneais. Vantagens, limitações e contraindicações.
Referências:
• ABDULGHANI, A. M.; BUDE, R. O. Ultrasound physics and instrumentation. In: RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018. Cap. 1, p. 1-40.
• LAING, F. C. Basic principles of ultrasound imaging. Seminars in Roentgenology, v. 48, n. 3, p. 216-225, 2013.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 14: ultrassonografia geral. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
• KAWAMURA, D. M. Diagnostic ultrasound: physics, biology, and instrumentation. 2. ed. St. Louis: Elsevier Saunders, 2015.
MEDICINA INTERNA I
Fígado: anatomia segmentar, lesões focais e difusas, esteatose, hepatopatia crônica, hemangioma, carcinoma hepatocelular e alterações vasculares. Vias biliares: colelitíase, colecistite aguda, lama biliar e dilatação. Pâncreas: pancreatite aguda e crônica, infiltração gordurosa e lesões focais. Baço: lesões sólidas e císticas, alterações difusas. Aorta abdominal: calibre, ateromatose e aneurismas. Sistematização padronizada de achados.
Referências:
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 14: ultrassonografia geral. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
• GRITZMANN, N. Ultrasound of the hepatobiliary system. Ultrasound Clinics, v. 3, n. 3, p. 377-394, 2008.
• MEIRE, H. B.; COSGROVE, D. O.; DEWBURY, K. C. Abdominal and general ultrasound. 2. ed. Edinburgh: Churchill Livingstone, 2011. v. 1-2.
MEDICINA INTERNA II
Rins: alterações difusas congênitas (agenesia, rim pélvico, rim em ferradura) e adquiridas (pielonefrite, glomerulonefrite), alterações focais (cistos simples e complexos, rim policístico, carcinoma de células renais, angiomiolipoma). Sistema coletor e bexiga: anomalias congênitas e adquiridas, nefrolitíase, ureterolitíase, litíase vesical, tumores uroteliais. Próstata: hiperplasia benigna, prostatite, cistos, carcinoma, volume residual pós-miccional. Vesículas seminais: agenesia, vesiculite, cistos, tumores. Sistematização do exame.
Referências:
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018. Cap. 9-11, p. 300-420.
• ZAMBONI, F.; PEDICONI, F.; SORINI, A. Ultrasound of the urinary tract and retroperitoneum. In: SIDHU, P. S. (Ed.). Ultrasound of the kidney and urinary tract. 2. ed. London: Springer, 2019. p. 45-180.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 14: ultrassonografia geral. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
• JONES, E. C.; CHARBONEAU, J. W. The prostate, seminal vesicles, and vas deferens. In: RUMACK, C. M. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018. Cap. 12, p. 510-545.
ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL
Técnica e indicações. Anatomia normal: vagina, cérvix, útero (endométrio, miométrio), ovários e trompas. Critérios de avaliação: localização, forma, contornos, dimensões, ecotextura, vascularização. Ciclo menstrual: alterações endometriais e ovarianas. Patologias: pólipos endometriais, hiperplasia, carcinoma, miometrite, adenomiose, leiomiomas, leiomiosarcoma. Patologias ovarianas: cistos funcionais, hemorrágicos, endometriomas, dermoides, cistadenomas, carcinoma. Sistemas IOTA e O-RADS para massas anexiais. Hidrossalpinge, piossalpinge, gravidez ectópica. Indicações de complementação diagnóstica.
Referências:
• AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY (ACR). O-RADS US Risk Stratification and Management System: a consensus guideline from the ACR Ovarian-Adnexal Reporting and Data System Committee. Radiology, v. [volume], n. [número], p. [páginas], [mês] 2024.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 14: ultrassonografia geral. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 15: ultrassonografia ginecológica e obstétrica. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
• ASHLEY, G. B.; VARADAN, U. Transvaginal ultrasound in gynecology. In: RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018. Cap. 14, p. 588-680.
TIREOIDE, CERVICAL E GLÂNDULAS SALIVARES
Tireoide: anatomia normal, critérios de avaliação (tamanho, ecotextura, vascularização), nódulos, bócio difuso, tireoidite, carcinoma, sistema TI-RADS. Linfonodos cervicais: critérios de avaliação, linfadenopatia reativa e patológica, adenopatia maligna. Glândulas salivares: anatomia (parótida e submandibular), sialolitíase, sialadenite aguda e crônica, tumores, alterações difusas. Sistematização do exame e correlação clínica.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Ultrassonografia clínica da tireoide e pescoço. São Paulo: Atheneu, 2016.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• SOLBIATI, L.; CHING, W.; FERRARI, F. S.; GIANGRANDE, A. Ultrasound of thyroid disease. Berlin: Springer, 2012.
• AHUJA, A. T.; EVANS, R. (Ed.). Practical head and neck ultrasound. 3. ed. London: Hodder Arnold, 2017.
MAMA
Anatomia normal: composição do tecido mamário, variações relacionadas à idade e ciclo hormonal. Indicações: complementação de mamografia, avaliação de nódulos palpáveis e não palpáveis. Critérios de avaliação: localização, forma, contornos, dimensões, ecotextura, vascularização (Doppler). Lesões benignas: cistos simples e complexos, fibroadenomas, papilomas, lipomas, alterações fibrocísticas. Lesões malignas: carcinoma ductal infiltrante, carcinoma lobular infiltrante. Sistema BI-RADS. Implantes mamários. Linfonodos axilares: critérios de benignidade e malignidade. Indicações de biópsia.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Ultrassom de mama. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2017.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• STAVROS, A. T. Breast ultrasound. 2. ed. New York: Thieme Medical Publishers, 2016.
• AMERICAN COLLEGE OF RADIOLOGY. BI-RADS – Atlas de Breast Imaging Reporting and Data System. 5. ed. Reston: ACR, 2013.
OBSTETRÍCIA
Indicações clínicas e segurança na gravidez. Biometria fetal e idade gestacional nos três trimestres. Primeiro trimestre: anatomia embrionária, translucência nucal, marcadores cromossômicos, rastreamento de aneuploidias. Segundo trimestre: avaliação biométrica, anatomia fetal normal, rastreamento de anomalias estruturais. Terceiro trimestre: crescimento fetal, líquido amniótico, posição fetal, localização placentária. Placenta: localização, espessura, padrão, alterações. Cordão umbilical e líquido amniótico. Complicações: gestação múltipla, restrição de crescimento, oligoidrâmnio, poliidrâmnio. Correlação clínica.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Ultrassom em obstetrícia e ginecologia. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2014.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• PASTORE, V. P.; GRECO, R. (Ed.). Ultrassom em obstetrícia: diagnóstico e acompanhamento da gravidez. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2015.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 15: ultrassonografia ginecológica e obstétrica. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
DOPPLER GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Princípios físicos do efeito Doppler. Padrões de fluxo normal e patológico: índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP). Doppler ginecológico: vascularização ovariana no ciclo menstrual, perfusão endometrial e miometrial, vascularização de nódulos e massas anexiais. Doppler obstétrico: artérias uterinas no primeiro trimestre (rastreamento de pré-eclâmpsia), artéria umbilical, artéria cerebral média e ducto venoso. Padrões Doppler anormais: aumento de resistência, redistribuição centralizada de fluxo, insuficiência placentária. Aplicações clínicas: restrição de crescimento intrauterino, hipertensão gestacional, comprometimento fetal. Correlação com desfechos perinatais.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Doppler em obstetrícia e ginecologia. São Paulo: Atheneu, 2013.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (CBR). Coleção CBR volume 15: ultrassonografia ginecológica e obstétrica. São Paulo: Editora dos Editores, 2024.
• PASTORE, V. P.; GRECO, R. Avaliação Doppler em obstetrícia e ginecologia. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2015.
EMERGÊNCIAS
Protocolo FAST: líquido livre peritoneal, hemopericárdio, hemotórax em trauma abdominal. Abdome agudo: apendicite, colecistite, obstrução, aneurisma roto. Emergências obstétricas: gravidez ectópica, descolamento prematuro de placenta, rotura uterina. Sistematização rápida.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Ultrassom de emergência. São Paulo: Atheneu, 2016.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• LICHTENSTEIN, D. A.; MEZIÈRE, G. A. Relevance of portable chest X-ray in the ICU: the BLUE protocol. Critical Care, v. 11, n. 1, p. 43, 2007.
• KIRKPATRICK, A. W.; SIROIS, M.; LAUPLAND, K. B.; LIU, D.; ROWAN, K.; BALL, C. G.; NICOLAOU, S. Hand-held sonography (HHS): the other stethoscope. Critical Care Medicine, v. 35, n. 5, p. 149-161, 2007.
MUSCULOESQUELÉTICO – MEMBROS SUPERIORES
Técnica de exame, posicionamento e transdutores. Anatomia normal: osso, cartilagem, músculos, tendões, ligamentos, estruturas neurovasculares. Critérios de avaliação: ecogenicidade, continuidade, vascularização (Doppler), mobilidade dinâmica. Ombro: manguito rotador, lesões tendinosas, síndrome do impacto, bursite subacromial, luxação, instabilidade. Cotovelo: epicondilite, tendinite, lesões ligamentares, síndrome do túnel cubital. Punho e mão: síndrome do túnel do carpo, síndrome de Guyon, tenossinovite, cistos sinoviais, lesões ligamentares. Indicações de complementação diagnóstica.
Referências:
• JACOBSON, J. A. Fundamentals of musculoskeletal ultrasound. 3. ed. Philadelphia: Elsevier, 2018.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• BIANCHI, S.; MARTINOLI, C. Ultrasound of the musculoskeletal system. Berlin: Springer, 2007.
• SOFKA, C. M.; ADLER, R. S. Ultrasound imaging of the shoulder. 2. ed. New York: Thieme Medical Publishers, 2015.
MUSCULOESQUELÉTICO – MEMBROS INFERIORES
Técnica de exame, posicionamento e transdutores. Anatomia normal: osso, cartilagem, músculos, tendões, ligamentos, estruturas neurovasculares. Critérios de avaliação: ecogenicidade, continuidade, vascularização (Doppler), mobilidade dinâmica. Quadril: síndrome do impacto femoroacetabular, tendinobursite trocantérica, tendinopatia dos adutores, lesões labral. Joelho: lesões meniscais, lesões ligamentares, tendinopatia patelar e quadricipital, bursite, síndrome da banda iliotibial. Tornozelo e pé: tendinopatia do Aquiles, tendinite dos fibulares, fascite plantar, lesões ligamentares, neuroma de Morton. Análise dinâmica e testes provocativos. Indicações de complementação diagnóstica.
Referências:
• JACOBSON, J. A. Fundamentals of musculoskeletal ultrasound. 3. ed. Philadelphia: Elsevier, 2018.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• BIANCHI, S.; MARTINOLI, C. Ultrasound of the musculoskeletal system. Berlin: Springer, 2007.
• ORLANDI, D.; CORAZZA, A.; FABBRO, E.; SERAFINI, G. Ultrasound of the lower extremity: clinical applications and image interpretation. Berlin: Springer, 2016.
BOLSA TESTICULAR E PÊNIS
Técnica de exame, posicionamento e transdutores. Anatomia normal: parênquima testicular, mediastino, túnica vaginalis, epidídimo, ducto deferente. Critérios de avaliação: tamanho, forma, ecotextura, vascularização (Doppler), simetria bilateral. Patologias testiculares: varicocele, hidrocele, espermatocele, cistos do epidídimo, epididimite, orquite, trauma, atrofia, criptorquidia. Lesões focais: tumores benignos e malignos. Avaliação de infertilidade: volume, ecotextura, vascularização. Disfunção erétil: fluxo peniano. Anatomia do pênis: corpo cavernoso, corpo esponjoso, túnica albugínea. Patologias penianas: doença de Peyronie, priapismo, traumas, inflamações. Indicações de complementação diagnóstica.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Ultrassom do aparelho urogenital. São Paulo: Atheneu, 2015.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• DOGRA, V. S.; GOTTHELIF, P. Ultrasound and infertility: how to maximize clinical utility. Ultrasound Clinics, v. 9, n. 4, p. 585-603, 2014.
• BERTOLOTTO, M.; BELGRANO, E.; FRANCICA, G.; FRANCO, G.; POZZI MUCELLI, R. Scrotal imaging. Berlin: Springer, 2012.
DOPPLER EM MEDICINA INTERNA E RENAL
Princípios físicos do efeito Doppler. Padrões de fluxo normal e patológico: índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP). Doppler renal: artérias renais e intrarrenais, critérios de resistência, estenose. Hipertensão renovascular: velocidade sistólica de pico (PSV) e índice de resistência. Doppler venoso renal: trombose, fluxo retrógrado. Transplante renal: perfusão, rejeição aguda, complicações vasculares. Doppler de aorta: estenose, trombose, aneurisma, dissecção. Vasos mesentéricos: isquemia mesentérica. Vasos ilíacos e femorais: estenose, oclusão, trombose venosa. Veia porta e hepática: cirrose, trombose, síndrome de Budd-Chiari. Correlação clínica.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Doppler em clínica médica. São Paulo: Atheneu, 2014.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• ZWIEBEL, W. J.; PELLERITO, J. S. Introduction to vascular ultrasound. 6. ed. Philadelphia: Elsevier, 2019.
• TURNER, J. M.; POWELL, J. T.; GREENHALGH, R. M. Vascular imaging: clinical and research applications. London: Springer, 2015.
DOPPLER DE CARÓTIDAS E VERTEBRAIS
Princípios físicos do efeito Doppler. Anatomia vascular: carótidas (comum, interna, externa), vertebrais. Padrões de fluxo normal: velocidades sistólica e diastólica, índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP). Aterosclerose carotídea: classificação de placas, morfologia de superfície. Estenose de carótida interna: critérios hemodinâmicos de severidade, velocidade sistólica de pico, razão carótida interna/carótida comum. Oclusão carotídea: diagnóstico diferencial. Dissecção de carótida. Artérias vertebrais: hipoplasia, estenose, dissecção, fluxo retrógrado, síndrome do roubo da subclávia. Indicações clínicas e indicações de complementação diagnóstica.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Doppler de carótidas e vertebrais. São Paulo: Atheneu, 2016.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• ZWIEBEL, W. J.; PELLERITO, J. S. Introduction to vascular ultrasound. 6. ed. Philadelphia: Elsevier, 2019.
• GRANT, E. G.; BENSON, C. B.; MONETA, G. L.; et al. Carotid artery stenosis: gray-scale and Doppler US diagnosis – Society of Radiologists in Ultrasound Consensus Conference. Radiology, v. 229, n. 2, p. 340-346, 2003.
DOPPLER DE AORTA E ILÍACAS
Princípios físicos do efeito Doppler. Anatomia vascular: aorta abdominal, artérias ilíacas (comuns, internas, externas). Padrões de fluxo normal: velocidades sistólica e diastólica, índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP). Aterosclerose aórtica e ilíaca: classificação de placas, extensão. Estenose: critérios hemodinâmicos de severidade, velocidade sistólica de pico. Oclusão: diagnóstico diferencial, circulação colateral. Aneurisma de aorta: tamanho, morfologia, trombo mural, extensão. Dissecção aórtica: padrão de fluxo, extensão. Acompanhamento pós-operatório: enxertos, stents, endarterectomia. Correlação clínica.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Doppler de aorta e vasos periféricos. São Paulo: Atheneu, 2015.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• ZWIEBEL, W. J.; PELLERITO, J. S. Introduction to vascular ultrasound. 6. ed. Philadelphia: Elsevier, 2019.
• NORGREN, L.; HIATT, W. R.; DORMANDY, J. A.; et al. Inter-society consensus for the management of peripheral arterial disease (TASC II). European Journal of Vascular and Endovascular Surgery, v. 33, n. 1, p. 1-75, 2007.
DOPPLER ARTERIAL E VENOSO DOS MEMBROS SUPERIORES
Princípios físicos do efeito Doppler. Anatomia vascular: artérias (subclávia, axilar, braquial, radial, ulnar), veias e sistema venoso profundo e superficial. Padrões de fluxo normal: velocidades sistólica e diastólica, índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP). Avaliação arterial: aterosclerose, estenose, oclusão, dissecção. Critérios hemodinâmicos de severidade. Avaliação venosa: trombose venosa profunda (TVP), critérios diagnósticos (compressibilidade, fluxo ausente, dilatação). Trombose venosa superficial. Acompanhamento pós-operatório.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Doppler de membros superiores. São Paulo: Atheneu, 2014.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• ZWIEBEL, W. J.; PELLERITO, J. S. Introduction to vascular ultrasound. 6. ed. Philadelphia: Elsevier, 2019.
• KEARON, C.; AKL, E. A.; ORNELAS, J.; et al. Antithrombotic therapy for VTE disease: CHEST Guideline and Expert Panel Report. Chest, v. 149, n. 2, p. 315-352, 2016.
DOPPLER ARTERIAL E VENOSO DOS MEMBROS INFERIORES
Princípios físicos do efeito Doppler. Anatomia vascular: artérias (ilíacas, femorais, poplíteas, tibiais, fibulares, pediosas), veias e sistema venoso profundo e superficial. Padrões de fluxo normal: velocidades sistólica e diastólica, índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP). Avaliação arterial: aterosclerose, estenose, oclusão, dissecção, aneurisma. Critérios hemodinâmicos de severidade. Claudicação intermitente. Isquemia crítica. Circulação colateral. Avaliação venosa: trombose venosa profunda (TVP), critérios diagnósticos. Insuficiência venosa crônica: refluxo, varizes, incompetência valvular. Síndrome pós-trombótica. Trombose venosa superficial. Acompanhamento pós-operatório.
Referências:
• CERRI, G. G.; OLIVEIRA, I. R. S. Doppler de membros inferiores. São Paulo: Atheneu, 2015.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• ZWIEBEL, W. J.; PELLERITO, J. S. Introduction to vascular ultrasound. 6. ed. Philadelphia: Elsevier, 2019.
• KEARON, C.; AKL, E. A.; ORNELAS, J.; et al. Antithrombotic therapy for VTE disease: CHEST Guideline and Expert Panel Report. Chest, v. 149, n. 2, p. 315-352, 2016.
PEDIATRIA
Técnica: transdutores de alta frequência, ajustes para crianças. Diferenças anatômicas e fisiológicas. Crânio: fontanela anterior, ventrículos laterais, plexo coroide, hidrocefalia, hemorragia intraventricular, leucomalácia periventricular. Abdômen pediátrico: fígado, baço, pâncreas, rins, bexiga, hepatomegalia, esplenomegalia, apendicite, gastroenterite, intussuscepção, obstrução. Quadril: displasia do desenvolvimento (DDQ), classificação de Graf, rastreamento neonatal. Tireoide: tamanho, ecotextura, nódulos, tireoidite. Bolsa testicular: criptorquidia, testículo retátil, orquite, torção. Linfonodos. Indicações de complementação diagnóstica.
Referências:
• SIEGEL, M. J. Pediatric sonography. 4. ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2013.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• CARTY, H.; CLARK, D. I.; JOHNSON, M.; MURPHY, A. V.; SPRIGG, A. Imaging children. 2. ed. Edinburgh: Churchill Livingstone, 2005.
• GRAF, R. The diagnosis of congenital hip-joint dislocation by the ultrasonic Compound treatment. Archives of Orthopaedic and Trauma Surgery, v. 109, n. 2, p. 70-78, 1990.
MORFOLÓGICO – PRIMEIRO E SEGUNDO TRIMESTRES
Princípios técnicos: transdutores, posicionamento materno, janelas acústicas. Biometria fetal: comprimento de cabeça-nádega (CCN), diâmetro biparietal (DBP), circunferência cefálica (CC), comprimento do fêmur (CF), circunferência abdominal (CA), estimativa de idade gestacional. Primeiro trimestre (11-14 semanas): viabilidade, número de gestações, translucência nucal, osso nasal, ângulo facial, fluxo aórtico-ductal, marcadores de cromossomopatias. Segundo trimestre (15-22 semanas): avaliação estrutural completa (cabeça, face, coluna, tórax, coração, abdome, membros). Placenta: localização, espessura, estrutura. Líquido amniótico: quantidade (ILA). Cordão umbilical: número de vasos, inserção. Detecção de anomalias estruturais maiores e marcadores de aneuploidia. Indicações de complementação diagnóstica. Aconselhamento.
Referências:
• CALLEN, P. W. Ultrasonography in obstetrics and gynecology. 6. ed. Philadelphia: Elsevier, 2017.
• RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. (Ed.). Diagnostic ultrasound. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2018.
• NICOLAIDES, K. H.; SYNGELAKI, A.; POON, L. C.; et al. Screening for fetal chromosomal abnormalities by maternal age, fetal nuchal translucency, fetal heart rate, maternal serum pregnancy-associated plasma protein-A and maternal serum free beta-hCG at 11-14 weeks of gestation. Prenatal Diagnosis, v. 31, n. 6, p. 618-624, 2011.
• SALOMON, L. J.; ALFIREVIC, Z.; BILARDO, C. M.; et al. ISUOG practice guidelines (updated): performing the mid-trimester fetal anatomy ultrasound scan. Ultrasound in Obstetrics & Gynecology, v. 51, n. 1, p. 2-12, 2018.
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